tapeRa nasce da ave que primeiro se escuta, depois se percebe e só então se revela.
Inspirada na Tapera naevia e Matinta Pereira, nas ruas, nas casas abandonadas e na cultura ballroom, a coleção transforma abrigo, memória e movimento em roupa.
tapeRa vai além de parecer um pássaro, ela quer se comportar como um: revelar camadas, abrir estruturas, criar deslocamento e transformar o corpo em território.
Entre preto, magenta e verde ácido, tapeRa mistura linguagem urbana, referências originárias, transparências, texturas fragmentadas e construção de ateliê para vestir quem encontra força no próprio movimento.
Roupas para ocupar o que parecia vazio.